Anais do VI Congresso de Letras: Linguagem e Cultura: Múltiplos Olhares, 2007

UMA LEITURA DO POEMA “A MÁQUINA DO MUNDO”, DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Thereza da C. A. Domingues

Resumo


Neste artigo, buscaremos apresentar duas dimensões do poema “A máquina do mundo”, de Carlos Drummond de Andrade, a primeira – seu caráter de intertexto, já comentada por tantos críticos – inclusive em seu aspecto de epifania, e a segunda, a dimensão mitológica, quando pretendemos aproximar o eu-lírico do self junguiano e do self cultural, proposto por Carlos Byington, analista brasileiro, seguidor da corrente da psicologia analítica.

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