UMA LEITURA DO POEMA “A MÁQUINA DO MUNDO”, DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
Thereza da C. A. Domingues
Resumo
Neste artigo, buscaremos apresentar duas dimensões do poema “A máquina do mundo”, de Carlos Drummond de Andrade, a primeira – seu caráter de intertexto, já comentada por tantos críticos – inclusive em seu aspecto de epifania, e a segunda, a dimensão mitológica, quando pretendemos aproximar o eu-lírico do self junguiano e do self cultural, proposto por Carlos Byington, analista brasileiro, seguidor da corrente da psicologia analítica.
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