Revista de Ciências, Vol. 7, No 2 (2016)

Esquistossomose Mansoni: Um estudo de caso

Chayenne Emanuelle Sales Araújo, Gabriela Gonçalves Campos, Lóvily Duarte Toledo Paiva, Amós Alves Teixeira, Raquel Xavier Ligeiro Dias, Lamara Laguardia Valente Rocha

Resumo


A Esquistossomose Mansoni (EM) é uma doença parasitária causada pelo Schistosoma mansoni. Com isso, evidencia-se que a contaminação se dá através de águas poluídas com fezes humanas e faz-se necessária a presença de um portador – o caramujo – e, por fim, o contato do hospedeiro com as cercárias de S. mansoni. A profilaxia juntamente com os fatores de risco depende da reação de cada organismo parasitado.
Medidas preventivas como deposição de fezes em locais apropriados, não obter contato com água de origem desconhecida e controle de caramujos colaborariam para que houvesse redução do S. Mansoni, visto que se trata de uma endemia local que apresenta difíceis métodos profiláticos. O objetivo do presente estudo é descrever os mecanismos profiláticos e a importância de obter-se um diagnóstico precoce da EM, baseado em um quadro de Esquistossomose Aguda apresentado pelo paciente do estudo. Essa parasitose é considerada um problema de saúde pública devido a sua grande prevalência no país. Dessa forma, medidas de controle devem ser implantadas de forma emergencial, visando à erradicação da doença e educação da população. Por se tratar de um relato de caso de uma patologia comum na comunidade analisada, evidencia-se a relevância do caso descrito ressaltando que o local onde o paciente foi acometido não apresenta investimentos com o fim de erradicar ou amenizar a problemática, mesmo se tratando de uma endemia local.

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